4 cidades que se adaptaram para vacinar a população

3 de abril de 2021 4 mins. de leitura
Conheça como diferentes cidades estão se adaptando para criar centros de vacinação

Com a chegada da vacina, cidades do mundo inteiro se adaptaram para imunizar a população. Essa fase tem demandado estratégias logísticas de longo prazo, já que a imunização massiva levará ao menos mais um ano no Brasil e no mundo.

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Conheça quatro centros urbanos que alteraram sua estrutura para esse momento atípico. 

1. São Paulo (Brasil)

Morumbi é um dos estádios paulistanos usados como centro de vacinação. (Fonte: Vinicius Bacarin/Shutterstock)
Morumbi é um dos estádios paulistanos usados como centro de vacinação. (Fonte: Vinicius Bacarin/Shutterstock)

Como está a vacinação na maior cidade do Brasil? A força-tarefa no caso paulistano conta, entre outras frentes, com os estádios de futebol. Grandes e abertos, Morumbi, Pacaembu, Allianz Parque e Neo Química Arena já estão servindo de posto de vacinação drive-thru. Mas os desafios ainda são grandes.

Há uma série de pessoas, sobretudo idosos, que não conseguem se dirigir aos estádios, seja porque estão acamadas, seja porque não têm carro, por isso as cidades brasileiras ainda precisam prever a territorialização na estratégia de imunização.

2. Anaheim (EUA)

Com atividades de lazer paralisadas por conta da pandemia, a Disney da Califórnia recebe pessoas para vacinação. (Fonte: James Kirkikis/Shutterstock)
Com atividades de lazer paralisadas por conta da pandemia, a Disney da Califórnia recebe pessoas para vacinação. (Fonte: James Kirkikis/Shutterstock)

Se você está entre os amantes dos ratinhos mais simpáticos do mundo, deve saber o que essa cidade de médio porte da Califórnia abriga. Sim, trata-se da sede original da Disney, que não existe apenas em Orlando.

Tal como os estádios brasileiros, a Disney disponibilizou suas instalações para o governo local organizar um posto de vacinação. Por conta de colaborações como essa, os Estados Unidos se destacam como o país que mais vacinou pessoas em meio à pandemia.

O país precisa, de fato, desse índice, já que tem o maior desafio do planeta em relação à crise sanitária: a cada cinco mortes por covid-19 no mundo, uma é estadunidense. Países muito mais populosos, como China e Índia, estão com taxas de infecção e morte bastante inferiores às que os ianques enfrentam.

3. Berlim (Alemanha)

Graças a uma campanha eficaz de controle, Alemanha chega menos pressionada à fase de vacinação. (Fonte: Hamersmit Photography/Shutterstock)
Graças a uma campanha eficaz de controle, Alemanha chega menos pressionada à fase de vacinação. (Fonte: Hamersmit Photography/Shutterstock)

A pista de patinação Erika Hess foi anunciada pelo governo alemão como um dos locais de vacinação em massa. Trata-se de uma força-tarefa de grandes proporções para conter a covid-19 e imunizar a população. Mas esse é um esforço que vem de vários meses.

Muito antes de as vacinas estarem disponíveis, a Alemanha já se diferenciava por ter um controle epidemiológico rigoroso e identificar rapidamente os novos casos da doença.

4. Singapura (Ásia)

Aeroporto de Singapura, cartão-postal de luxo e sustentabilidade, está aberto para vacinação. (Fonte: Derek Teo/Shutterstock)
Aeroporto de Singapura, cartão-postal de luxo e sustentabilidade, está aberto para vacinação. (Fonte: Derek Teo/Shutterstock)

O Aeroporto Changi de Cingapura, o mais luxuoso do mundo, teve parte de sua estrutura direcionada para a vacinação contra a covid-19. A cidade-estado começou 2020 como um case de sucesso em sua forma de lidar com a pandemia e optou por monitorar as pessoas de perto. Inicialmente, os resultados foram ótimos.

Apesar da proximidade com a China, a política de testagem em massa permitiu mapear e isolar os habitantes infectados. Graças a isso, não foi necessário impor um isolamento social mais rígido, como aconteceu na China e em alguns países europeus. No entanto, o retorno de algumas centenas de habitantes que estavam no exterior fez com que o país perdesse o controle e retrocedesse na abordagem epidemiológica.

Por isso, o país leva muito a sério a vacinação como forma de parar o problema. E tem o benefício de ser rico e ter baixa população, o que facilita a aquisição de doses de vacina.

Fonte: BdF, BBC

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